Hipotireoidismo, você pode ter e não saber!

      Ontem foi o dia Mundial da Tireóide e vários lugares comemoram o dia promovendo ciclo de palestras e informativos à população sobre o funcionamento desta glândula e sua importância para o nosso corpo. Disturbios na glândula podem afetar todo o funcionamento do corpo. Dentre estes, o mais comum é o Hipotireoidismo que pode levar a obesidade e depressão. 

A tireóide é uma glândula localizada na região do pescoço que tem forma de borboleta. Esta é responsável pela produção dos hormônios tireoidianos -  T3 E T4 - que regulam o metabolismo.


Os sintomas mais comuns do hipotireoidismo são: cansaço, depressão, pele ressecada e amarelada, cabelos ásperos, unhas quebradiças, constipação intestinal, anemia, fadiga, perda do apetite, aumento de peso, períodos de menstruação irregular ou ausente, sonolência extrema, lentidão muscular, frequência cardíaca diminuída, lentidão mental, diminuição do crescimento do cabelo, alterações de voz e inchaços por todo corpo (mixidemas), hiperlipidemia, anemia e cãibras.

       O grande 'X' da questão é que algumas pessoas não são detectadas como hipotireoidianas porque não se encaixam nos parametros laboratoriais de alteração do TSH(exame que determina a taxa de funcionamento da glândula). Essas pessoas apresentam um TSH de 2,5 a 4,5, o que aparentemente está normal. Mas tais pessoas possuem quase todos os sintomas do hipotireoidismo clínico e sofrem com a dificuldade para perder peso. Nesses casos, detecta-se um hipotireoidismo subclínico e tais pessoas tem maior probabilidade de ganho de peso, maior triglicerideos e são mais propensos a ter Síndrome Metabólica.

Hipotireoidismo X Nutrição 

Para um tratamento adequado desta doença se faz necessário reduzir ou manter o peso, regularizar o funcionamento intestinal, evitar o aumento do colesterol e inchaço. 

Além disso alguns alimentos parecem suprimir o funcionamento da glândula, como:
Vegetais crucíferos: nabo, repolho, espinafre, couve, pêra e pêssego, brócolis, couve-flor, couve de bruxelas, couve, rabanete.
Glicosídios cianogênicos: mandioca, amendoin e batata doce
Isoflavonas da soja  
Linhaça e Chá Verde/Branco/Preto/Mate.

Sendo assim, se você tem algum destes sintomas, vale a pena procurar um nutricionista e endocrinologista para avaliar a situação. Pequenas mudanças podem fazer toda a diferença e facilitarão o seu tratamento.

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